Bom, vou ter de mudar os planos um pouquinho e usar ao menos um pseudônimo nas minhas anotações aqui. Houve chiado e pra meu sossego preferi PARA AS ANOTAÇÕES AQUI APENAS, atender á nada calma solicitação..Claro, serão só anotações porque quero saber mais ou menos a opinião dos meus futuros leitores no papel. Ah, foda-se, "nomes não são importantes", não é senhor pseudônimo?
Pelo menos para a signorina que me escreveu são sim.Mas para mim não podia ser, não é mesmo? Mas, como todo personagem tem sua grande frase, a sua será essa "Nomes não são importantes". Namorada, amante, ficante, que mais? Eu nunca soube o que fui.Amiga em algum tempo.Como para mim me foi pregada uma mentira das boas um tempo, eu inventei um bom termos que os leitores podem usar: Relacionante. Legal, não. Esta é minha relacionante. Usada para casais em relacionamento aberto. Na minha cabeça.Agora virou oficial.
Portanto, agora apresento-lhes Ignácio, que vez por outra deve aparecer por aqui em meus escritos.Deixemos o doente em paz.
Estou vendo que vou arrancar os cabelos na hora de organizar o primeiro livro...vou precisar de alguém que me ajude...não consigo escrever nada linear...digo, escrevo as histórias, mas elas não tem seguimento...outro dia eu apenas fui escrever algo a toa para um amigo e acabei resumindo um relacionamento inteiro, e virou um conto!
A parte sexual (hummm...isso é sempre bom pra vender) de um relacionamento também está pronta...mas dá pra dar uma apimentadinha...por minha conta, diga-se de passagem...
Ou quem sabe, não haja melhores até que a coletânea esteja pronta para eu batalhar pela publicação.
Eu não vim escrever aqui só sobre isso não...ia deixar uma música do Interpol e comentar a respeito, já que falei a respeito de relacionamento aberto...uma música do Interpol, e um clipe gloriosamente bem feito e lindo, feito em um só take.
Mas vou deixar pra outro dia.Como as letras deles podem ser interpretadas de mil maneiras diferentes, eu gostaria de dividir minha interpretação com alguém, mas só encontrei interpretações óbvias demais, "muito demais" para ser Interpol, Sendo que o título mesmo já não é nada óbvio "There's no 'I' in threesome".
Não há "eu" num trio, ou ménage, como é mais popular
"eu" entre aspas.
Bom, depois posto a letra toda e digo a impressão que me deixou...
Tentar falar um pouco sobre meu livro, que está saindo, na forma de contos mesmo.
É o melhor, já que algumas coisas evoluem, algumas pessoas involuem, e por aí vai...
Mas aqui, não tenho compromisso com nenhum formato.
Agora já posso voltar a comer chocolate, e voltar a escrever sem nenhuma inibição.
O primeiro despertar é sempre o pior, mas graças a Deus sobrevivi a ele.Antes, sobrevivi ao que poderia ter sido a morte, minha e da melhor pessoa que tenho na vida, por causa de um loser. Adicione mais uma boa medida de ódio na receita e têm-se um Mr. Hyde com medo até de si mesmo, do que pode fazer se provocado. Antes era apenas a dúvida e o quão engraçada e ridícula era a situação, tragicômica para o até então pobre loser.Agora eu oro a Deus para que o conto que escrevi (não publicado nesse blog) não se torne não-ficção.Sangue,dente e ferro retorcido.
Resolvi escrever contos de ficção também.Misturar com umas gotas de verdade...nada sem um fundo de verdade, acho que nenhuma ficção é assim. Até aqueles que odeiam não-ficção, que adoram viver em mundos de fantasias e se recusam a ler idéias e vivências de outras pessoas por viverem sufocadas em seu egocentrismo, porque no fundo e no raso não passam de grandes fracassados que se auto-satisfazem (ou não) sonhando serem os heróis das histórias de suas vidas.Ler é mais fácil, não precisam de nenhum esforço para nada, nem mesmo para serem felizes!Assim como as lânguida princesas as quais eu sempre observava à distância desde a infância. Bonequinhas rasas com seus brinquedos de ouro passando a vida a ver a vida como um capítulo de novela.
Hoje eu sei que ser a "vilã" não é ser a garota deprimida e feia no canto da sala.Porque eu sei que vida não é como na novela.Pode ser uma piada de mau gosto as vezes, e o é muitas vezes, com muito humor negro, mas novela não.Mas aquilo que é conquistado, tem um sabor inigualável, aquilo que nasceu do sofrimento, é um carinho muito mais precioso, aquilo que venceu a dor, é uma sensação que nem todo o dinheiro, nem todo prazer carnal pode substituir.
Existem alguns contos que li que a vida acabou por imitar a vida mas num mau sentido...fiquei empolgada uma vez que li um conto da Sonia onde ela dizia adorar homens fáceis. Não querendo dizer homens galinhas, mas homens que se entregavam ao carinho sem medo, que se deixavam levar, enfim, um monte de coisa boa, raras em homens hoje que só vivem de conversinha mole, contando vantagem, dizendo besteiras, que mulher gosta é que pisem, e por aí vai... Eu tinha encontrado um que era, hummmm, tudo de bom! Mas quem acabou levada fui eu,mas para o inferno, por quem não sabia se relacionar, nem sabia o que queria, apesar do cara ser fácil sim, fácil demais eu diria, mas no outro sentido também... bastava alguma garotinha abrir os braços (ou as teclas) para etc etc etc...só ressaltando o detalhe que nesse caso, eram apenas garotas na plena flor da púbere adolescencia. Sabe como é, cabecinhas (quase) puras presas fáceis de uma boa lábia, e isso o homem fácil tinha. De enganar gente inteligente, coisa que vi acontecer na minha frente.De resto... Cada um com sua idade cronológica, creio eu ser um direito de escolha de acordo com a conveniência aqui, e quem sabe, de gosto.
Quando eu perdia tempo lendo relatos de pessoas que faziam isso, tentando entender o porquê, havia algumas que até se orgulhavam de manipular pessoas próximas por sempre conseguirem delas o que queriam usando esse método, fosse importante ou não, e quase sempre não era. Quase sempre não era nada.Quase sempre era apenas pelo "prazer" (!) de sentir sadisticamente o poder de levar a pessoa amada ao inferno.
Só que agora eu nem sei se fui amada.Só sei que, para atravessar e sair viva, mesmo com queimaduras "imediatas" de primeiro, segundo, terceiro e o caralho graus, há que se amar, e eu amei, amei como uma ridícula.
Houve um tempo em que eu, sempre que terminava um relacionamento porque a paixão arrefecia, ficava me perguntando se eu realmente sabia amar, se tinha amado alguém.
Hoje essa é um questão absolutamente resolvida, sem dúvida alguma.
Eu posso estar com a memória decadente, mas meu organismo tem uma memória de elefante do caralho. Eu devia ter sido precavida, agora que quero que a vida mude de verdade, e tomado um ansiolítico antes de apagar o abajur. Porque mesmo amanhã sendo meu primeiro dia de aula depois de muito tempo, e eu tendo de enfrentar algo que está chegando que me deixa mais ansiosa ainda, sei lá, não consigo descansar em Deus tão bem quanto estava conseguindo.
Ia escrever sobre a consulta de ontem mais tarde, como de praxe (escrever sobre consultas) mas preguiçosa como estou deixei para hoje então achei que ia dormir. Tomei até um comprimido inteiro, sendo que com meio eu já estava dormindo 10, 11 horas por dia, com direito a cochilos e sonolências.
Tudo bem, tudo bem.Eu abdico da vitória sobre comprimidos para dormir se for o caso. Vitória maior será deitar e mesmo que o sono demore, curtir a cama sem ficar teclando num teclado invisível algo que ninguém vai ler.
Engraçado, porque agora eu voltei a escrever porque estou certa de que ninguém vai ler (exceto você Marcelo, mas você é você :-). E sabe do que mais? Parei com um monte de bobagens, entre elas a de perguntar aos futuros (futuros ou presentes, já que eles existem realmente? ah, fuck it) personagens do meu futuro livro (que resolvi, será de pequenos contos, não em forma de romance, ou biografia besta intercalada com flashbacks para dar um "ar" de não sei quê como o daquela ex-puta) para escolherem um nome fictício que mais lhes agradassem. Mas que baita besteira foi essa? Não estou escrevendo a história do Roberto Carlos! Pois vou colocar sim, os nomes reais, e não aquela bobagem de revista feminina *todos os nomes foram trocados para proteção dos autores*
Proteção do autor o caralho, o autor sou eu, eu é que deveria ter sido protegida de muitos "personagens" e não fui! Acabou-se o tempo de boazinha!
Haha, boo-hoo, como diria um dos "personagens". Vou colocar até aquelas consoantes que os pais colocam para o nome ficar mais chique, mas que não se pronunciam, tipo, Ignácio.Ninguém fala Iguinácio. Caso seja necessário, e acho que vai ser, pensamentos intercruzados com reflexões envolvendo pessoas com o mesmo nomes, terei de adicionar o segundo nome.
Ardeu o cu? Dane-se! rsss
Que que eu falei? Enfia o dedo nele e se rasga!
Hoje fiquei pensando em alguns títulos interessantes para os contos...Se eu conseguir que seja publicado e eu vir que algumas pessoas realmente gostaram, material (biográfico, verdadeiro, ali, na batata, como se dizia antigamente) é o que não vai faltar. Daí poderão, e virão certamente outros volumes.
E quem sabe ao invés de webcelebridade eu não vire escritora de verdade e vá dar entrevista lá no Jô explicar porque uma menina meio azarada com pessoas saiu do interior de Minas pra vir sofrer de depressão em Belo Horizonte e conseguir o registro acadêmico apenas aos 32 anos?
E por que, como ele, se a caneca me der bom dia, eu também dou bom dia para ela?
Pensei nisso hoje ao reler um trecho fantástico do Neil Gaiman. E tirar a conclusão que, de verdade...nada me impressiona mais que a bizarrice do ser humano. Principalmente aqueles a quem você mais conhece. Principalmente mais ainda, aqueles que você mais ama, ou amou, ou achou que amou.
Uma dia talvez eu consiga não me impressionar com eles também, quando eu conseguir não amar mais ninguém.
Mortos, vampiros, lobisomens, fantasmas, vultos, zumbis...ninguém é páreo. São os campeões.
Pergaminhos: Edgar Allan Poe, Tolkien, Stephen King,
H. P. Lovecraft,
Fernando Pessoa, Aldous Huxley, Schopenhauer, Dostoievski,
Drummond, Lygia Fagundes Telles, Augusto dos Anjos, Rimbaud,
Herman Hesse,Neil Gaiman,Teóphile Gautier,H.G.Wells,Ray Bradbury,
Patrick Suskind,Frank De Felitta,Stanislaw Lem,Isaac Asimov
Gramophone: Death, Doom, Folk,Vicking,
Gothic, Prog/Melodic, Heavy, Progressivo, Clássico, Alternatives, Opera,
Nick Cave, Emma Shapplin, Tori Amos, muita,muita coisa...e algumas bizarrices.
Projetor: Dracula, Fome de Viver,
Laranja Mecânica, 2001, O Iluminado,
Carrie, SdA, Blade Runner, Akira, O Bebê de Rosemary,
Repulsa ao Sexo, A. I., Requiem For a Dream, Star Wars, Citizen Kane,Irreversível,
Nosferatu, Evil Dead,Sonhos de Kurosawa, Mask of The Red Death,
Dr.Phibes, A Volta do Abominável Dr.Phibes, Asas Do Desejo,
O Exorcista, Stigmata, Dominação, Jacob's Ladder, A profecia,
A Fraternidade é Vermelha, A Liberdade é Azul, A Igualdade é Branca,A Dupla vida de Veronique,
Não Amarás,Virgens Suicidas,De Olhos bem Fechados,Full Metal Jacket,A Cela,
Retratos de Uma Obsessão,O Massacre da Serra Elétrica,A Sombra do Vampiro...(tarefa ingrata essa...)
Comix: Watchmen(amém!),V For Vendetta, A Piada Mortal, Cavaleiro das Trevas,Marvels, Hellboy, Snoopy, Calvin e Haroldo, Spawn, Santo Dos Assassinos, Surfista Prateado,Demolidor ,mangás, Sandman,Hellblazer,Jonah Hex,Ronin,Druuna,
Asterix,The Punisher, mangás
Fé: pesquisadora do cristianismo
Frase: "I'm just a fucked up girl looking for some peace of mind"
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